
Motivada pelo medo da desvalorização do real e da instabilidade do mercado local pela crise econômica que o Brasil enfrenta, a busca por investimentos imobiliários no exterior cresce cada vez mais. Além do perfil de investidor, que deseja realizar a venda do bem após uma determinada valorização, os brasileiros optam por um negócio em território estrangeiro procurando também ter uma segunda opção de moradia.
Esta prática foi, durante muito tempo, um tipo de investimento que só era realizado por pessoas com alta renda. Contudo, nos últimos anos, tornou-se uma realidade cada vez mais comum. Quando se fala em “viver de renda”, isto é, conseguir a independência financeira por meio de rendimentos de aplicações, os imóveis estão entre os investimentos mais cobiçados pelos brasileiros.
Segundo dados do Censo de Capitais Brasileiros no Exterior, do Banco Central, entre 2008 e 2013, o número de investimentos em imóveis no fora do Brasil triplicou. Neste cenário, imobiliárias começaram a investir em imóveis no exterior, buscando expandir essa tendência e proporcionar aos investidores e clientes vastas e diferenciadas opções de negócios.
O censo ainda mostra que o maior número de aquisições foi em território americano, com 31% do total. Entre as cidades preferidas estão Orlando, Nova York e Miami, que nos últimos anos vem ganhando destaque e se valorizando. Outro local também muito procurado pelos brasileiros, é Portugal, que vem tentando atrair investidores.
Ao ter interesse em investir em um imóvel internacional, é válido fazer uma análise profunda e cautelosa. O comprador deve estar bem atento às possibilidades para identificar as melhores opções de aplicação. Por isso, é importante procurar consultores e empresas especializadas em assessoria de comercialização de imóveis e investimentos no exterior para assessorar os investidores em todo o processo de compra e orientar sobre as melhores opções de acordo com o perfil de cada investidor.