

De acordo com uma recente reportagem do Jornal O Globo, estimativas de consultorias especializadas indicam que a mudança nas regras de aposentadoria levará, em cinco anos, a um aumento de 25% no número de pessoas que investem em previdência complementar, saltando de 16 milhões para 20 milhões.
A nova previdência despertará no brasileiro a necessidade de ser mais cauteloso e poupar para o futuro por conta própria para atingir o valor máximo da aposentadoria. Na nova lei, os trabalhadores em geral deverão contribuir com a Previdência Social por 40 anos. Os da iniciativa privada deverão contribuir por 15 anos caso optem pelo tempo mínimo de contribuição e terão de atingir a idade de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) para receberem 60% da média de contribuição.
Mediante esse possível cenário, a Previdência Complementar tem seu papel reforçado como opção para quem deseja por uma aposentadoria com mais tranquilidade e segurança. A Previdência Privada, por exemplo, é uma aplicação financeira que funciona como uma alternativa de renda complementar para quem não quer depender apenas dos valores pagos pela Previdência Social.
Podemos dividi-la em duas fases:
O dinheiro investido e os rendimentos são acumulados ao longo dos anos. Após um determinado período, o investidor pode optar em receber o que investiu em parcelas, sacar quando precisar ou resgatar tudo de uma vez. Por isso, é de grande importância conhecer as principais características da Previdência Privada, analisar os seus formatos e saber calcular quanto se deseja poupar.
É válido ressaltar que, antes de fazer um Plano de Previdência, sendo ele privado ou não, é de extrema importância buscar empresas sérias do segmento. Instituições sólidas poderão oferecer benefícios atrativos e darão segurança para que você chegue à aposentadoria sem surpresas desagradáveis.